Adulto com tumor em nível II linfonodal cervical, indolor,
com crescimento progressivo há cerca de 1 ano. Refere
disfagia discreta e disfonia intermitente. A lesão é pulsátil,
pouco móvel ao exame físico, e, à ultrassonografia, mostra-se como hipoecogênica e bastante vascularizada. À
angiorressonância magnética, é lesão com alto sinal em
T2, em padrão “sal e pimenta”, bem vascularizada, afastando as aterias carótidas interna e externa.
Com base no exposto, qual sua hipótese diagnóstica e a
conduta indicada?