A corporeidade, e sua relação histórico-cultural, pode ser estudada a partir de quatro dimensões
indissociáveis e simultâneas entre si. Descrevemo-las da seguinte forma:
A biológica – que revela o corpo vivo, caracterizado pela matéria em movimento; simbólica – que
diz respeito à submissão do corpo aos códigos linguísticos e suas produções; subjetiva – que
relaciona-se à possibilidade de dominação de um corpo sobre o outro, o que implica reconhecer a
existência do conflito e de tudo o que se inventa para manter a exploração humana; poder – que
aborda a singularidade da corporeidade, relacionada com as ideias, com o afeto e com o sentir
“transcendental” humano.
B poder – que revela o corpo vivo, caracterizado pela matéria em movimento; simbólica – que diz
respeito à submissão do corpo aos códigos linguísticos e suas produções; biológica – que relacionase à possibilidade de dominação de um corpo sobre o outro, o que implica reconhecer a existência do
conflito e de tudo o que se inventa para manter a exploração humana; subjetiva – que aborda a
singularidade da corporeidade, relacionada com as ideias, com o afeto e com o sentir “transcendental”
humano.
C biológica – que revela o corpo vivo, caracterizado pela matéria em movimento; simbólica – que
diz respeito à submissão do corpo aos códigos linguísticos e suas produções; poder – que se relaciona
à possibilidade de dominação de um corpo sobre o outro, o que implica reconhecer a existência do
conflito e de tudo o que se inventa para manter a exploração humana; subjetiva – que aborda a
singularidade da corporeidade, relacionada com as ideias, com o afeto e com o sentir “transcendental”
humano.
D biológica – que revela o corpo vivo, caracterizado pela matéria em movimento; poder – que diz
respeito à submissão do corpo aos códigos linguísticos e suas produções; simbólica – que relaciona-se à possibilidade de dominação de um corpo sobre o outro, o que implica reconhecer a existência do
conflito e de tudo o que se inventa para manter a exploração humana; subjetiva – que aborda a
singularidade da corporeidade, relacionada com as ideias, com o afeto e com o sentir “transcendental”
humano.
E poder – que revela o corpo vivo, caracterizado pela matéria em movimento; simbólica – que diz
respeito à submissão do corpo aos códigos linguísticos e suas produções; subjetiva – que relaciona-se à possibilidade de dominação de um corpo sobre o outro, o que implica reconhecer a existência do
conflito e de tudo o que se inventa para manter a exploração humana; biológica – que aborda a
singularidade da corporeidade, relacionada com as ideias, com o afeto e com o sentir “transcendental”
humano.