Com o avanço das escalas e dos métodos diagnósticos, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) saiu das sombras e passou a ser uma
condição do neurodesenvolvimento bastante debatida não só no meio das neurociências, mas da sociedade em geral. Sabemos que não
existe tratamento medicamentoso para o TEA, mas abordagens não medicamentosas baseadas em estímulos são bastante eficazes. A
mais utilizada para esta condição do neurodesenvolvimento é: