A formação profissional do Assistente Social, no Brasil, vem passando por reformulações e tensões no contexto
contemporâneo. Dentre os principais desafios para pensar e implementar um projeto Nacional de Formação Profissional,
pode-se afirmar que:
A numa análise histórica, a regulamentação do currículo mínimo proposta para os cursos de Serviço Social no Brasil, ocorreu
no movimento de Reconceituação, logo na primeira perspectiva denominada modernização conservadora, e representou
uma profunda renovação profissional, que objetivou, principalmente, a ruptura com as teorias importadas.
B a formulação de um Projeto Nacional de Formação Profissional surge por força de um posicionamento político que foi
estabelecendo hegemonia na luta contra o conservadorismo profissional, em suas posturas controlistas e assistencialistas.
Tal posicionamento político estava implicado com uma dominância teórica, principalmente no campo acadêmico, do
paradigma marxista como teoria capaz de desvendar a objetividade do ser social, matéria-prima sobre a qual atua o Serviço
Social.
C A promulgação das Diretrizes Curriculares Nacionais, por parte do MEC, em 2001, foi recebida sem restrições pelos cursos
de Serviço Social e as entidades representativas da categoria, pois significaram um avanço na concepção de formação
profissional crítica.
D O suporte para realização de um movimento de ajuste e reforma do ensino superior, afirmando o favorecimento da
expansão do privatismo.