Mutações acionáveis mudaram o paradigma de tratamento em NSCLC. Em relação aos TkKlIs aprovados pela ANVISA para translocação de ALK disponíveis no Brasil, é correto afirmar que:
A
o alectinibe foi comparado com o crizotinibe no ensaio ALEX e demonstrou ganho de sobrevida global para pacientes ALK+. Contudo, o desfecho de sobrevida livre de progressão não foi estatisticamente significativo, de acordo com o nível de significância do estudo
B
a mutação ALK G1202R pode ser sensível ao lorlatinibe, um potente ALK-TKI com alta penetração no SNC. Contudo, o tratamento não é recomendado em pacientes que falharam ao uso de outros TKIs inibidores de ALK prévios
C
em um update de 5 anos do estudo ALEX, o alectinibe demonstrou maior penetração no CNS do que o crizotinibe, com um aumento expressivo de pacientes livres de progressão e com metástases basais do sistema nervoso central, principalmente aos dois e três anos de follow-up
D
de acordo com o estudo ALTA1, o brigatinbe é uma boa opção para pacientes refratários ao crizotinibe. Outra vantagem é que os EAs são manejáveis, como alterações em AST/ALT, náuseas e sem sinais de hipertensão G ≥ 3 em ambos os braços experimentais