Apesar de os alimentos fornecerem energia na forma
de substratos constituídos por elementos químicos que
atuam na produção de energia para a realização dos
movimentos, seu fornecimento não ocorre diretamente
para a atuação nos processos celulares, eles são
convertidos em um composto altamente energético,
conhecido como adenosina trifosfato (ATP).
Na produção de energia pela atividade celular:
A o ATP é uma molécula de alta energia produzida
pelo organismo, presente em todas as células,
que consiste em uma molécula de adenosina
(adenina) unida a uma molécula de nucleosídeo
(ribose), a três radicais fosfato (composto de
fósforo unidos a oxigênios) e a três radicais de
carbono, conectados em cadeia, onde a energia
é armazenada nas ligações entre os fosfatos e
carbonos.
B os componentes da molécula de ATP quando
quebrados liberam uma grande quantidade
de energia, aproximadamente entre 31,3 e
32,6 kcal/mol de ATP, reduzindo o ATP a uma
molécula de adenosina difosfato (ADP) e a uma
molécula de fosfato inorgânico (Pi).
C o ciclo ATP-ADP é a forma fundamental de
troca de energia em sistemas biológicos.
Nos músculos ativos, essa energia ativa
liberada pela quebra da ATP em ADP, sobre os
elementos contráteis (miosina ou actina), induz
o ciclo alongamento–encurtamento das fibras
musculares, que é responsável pela potência
muscular em atividades que requerem contração
extremamente rápida.
D o ATP é produzido a partir das moléculas de
ácidos graxos, bem como do glicerol muscular e
hepático que foi estocado durante a síntese dos
alimentos.