Um paciente, 35 anos, é admitido no ambulatório de
neurologia, com história de crises convulsivas parciais complexas,
com início aos 21 anos de idade e com 3-5 episódios diários
de crise. Esse paciente utiliza 3 classes de anticonvulsivantes
diferentes. Nesse cenário, o achado de uma esclerose mesial
temporal bilateral demanda: