Paciente, sexo masculino, 60 anos, com história de tabagismo de longa data e diabetes mellitus tipo 2 mal controlado, apresenta-se com uma úlcera dolorosa no pé direito. Relata que a lesão começou como uma área de pele friável e pálida que progrediu para uma úlcera profunda com bordas necróticas e fundo seco. O paciente refere dor intensa no pé afetado, especialmente durante o repouso; nota que a ferida não cicatriza há vários meses, apesar do tratamento com curativos específicos.
Quais as principais diferenças no diagnóstico clínico entre úlceras vasculares arteriais e úlceras por leishmaniose cutânea?