Uma menina de 9 anos de idade, com diabetes tipo 1, deu entrada em um serviço de emergência com cetoacidose diabética (CAD).
Após insulinoterapia (em infusão contínua) e correção da desidratação, houve redução importante da glicemia e normalização do pH
sanguíneo, mas a cetonúria, medida por fita reagente, acentuou-se. Com relação a este caso, qual a conduta CORRETA?