Em se tratando de pacientes portadores da síndrome de imunodeficiência adquirida, é aumentado o risco aumentado de evolução com linfoma não Hodgkin de células B de sistema nervoso central, o que geralmente está associado a uma contagem de linfócitos T CD4 < 100-200/mm³, tendo pior prognóstico, quando tratados com quimioterapia, os tumores que expressam o oncogene bcl-6. 6