Paciente, sexo feminino, 59 anos, com diagnóstico de carcinoma de pequenas células e acometimento de linfonodos a distância recebeu tratamento com carboplatina etoposídeo e atezolizumab de primeira linha, com excelente resposta. Retornou em consulta após 6 meses do início do tratamento de manutenção com atezolizumab com quadro de dispneia aos esforços. Realizada internação hospitalar e exames de imagem mostram progressão de doença pulmonar. Qual a melhor estratégia a ser recomendada nesta situação?