Paciente, sexo feminino, 62 anos, foi diagnosticada com glioblastoma em lobo parietal direito há cerca de 4 meses. Foi submetida à ressecção máxima da lesão e a RNM de crânio pós-operatória evidenciou lesão residual mínima. Recebeu Radioterapia adjuvante concomitante à Temozolomida. A paciente retorna assintomática para avaliação de tratamento com Temozolomida isolada, porém a nova RNM mostra uma lesão captante de contraste em área de tumor residual. Qual seria a melhor conduta?