Bergamaschi, Doebber e Brito (2018) abordam a presença indígena no
ensino superior brasileiro. Considerando as discussões apresentadas pelas autoras no
artigo “Estudantes indígenas em universidades brasileiras: um estudo das políticas de
acesso e permanência”, analise as afirmativas a seguir:
I. O ingresso efetivo de estudantes indígenas no ensino superior ocorre somente a partir
da promulgação da Lei n° 12.711, de 29 de agosto de 2012, conhecida como Lei de
Cotas.
II. O Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes) não faz nenhuma referência direta
à assistência de estudantes indígenas, mas tem sido importante estratégia para manter
esses estudantes nas instituições.
III. Atualmente, o ingresso de indígenas no ensino superior público tem maior impacto por
meio de ações em dois segmentos: a oferta de vagas especiais ou suplementares em
cursos regulares e a constituição de cursos específicos, como o Programa de
Licenciaturas Interculturais Indígenas (Prolind), criado pelo Ministério da Educação
(MEC).
IV. Com o Programa de Bolsas Permanência, instituído pelo Ministério da Educação
(MEC), em 2013, os estudantes indígenas passaram a ter direito a uma bolsa
diferenciada, sendo o dobro do valor da bolsa dos demais estudantes.
É CORRETO o que se afirma em: