A matricialidade sociofamiliar é reconhecida como uma das bases organizacionais no processo de gestão do
Sistema Único de Assistência Social – SUAS – (PNAS, 2004). Por sua vez, tal afirmação só não é
condizente com o entendimento de que
A a família tradicional media as relações entre os indivíduos, instituição e a sociedade. Ela é a referência
de proteção, do calor humano, das relações sempre protetivas e do enfrentamento de quaisquer situações
de risco e vulnerabilidade social.
B a família, apesar de sua referência como provedora de cuidados aos seus membros, também pode ser
caracterizada como um espaço contraditório e conflitivo, pelos contextos de violências, de violação de
direitos e pelas dificuldades nela presentes.
C a família, independentemente dos formatos ou modelos que assume, é fundamental no âmbito da
proteção social.
D a família adquiriu centralidade, no âmbito das ações da Política de Assistência Social, por ser um espaço
privilegiado e insubstituível de proteção e socialização primárias.