Antônio, empresário do setor de alimentos, em razão da
necessidade de uma viagem, resolve celebrar um contrato de
mandato com Maria, sua afilhada, de 17 anos de idade, a fim de
que ela o represente em certas atividades negociais. O contrato
de mandato é celebrado nos termos da legislação vigente, com a
outorga de poderes gerais devidamente formalizada.
Após a viagem de Antônio, Maria se apresenta, como mandatária
de Antônio, em importante reunião com Túlio para a
formalização da venda de quotas da sociedade empresária de
Antônio. Túlio, não obstante a comprovação da sua qualidade de
mandatária e da apresentação da outorga de poderes gerais, se
recusa a negociar com ela.
Ante a situação hipotética narrada, é correto afirmar que