Em uma reunião da equipe de gestão de uma instituição
em que se discute a implementação de uma nova política de
trabalho remoto, um dos gestores apresenta o seguinte
argumento:
Gestor 1: “Se adotarmos a política de trabalho remoto, os
custos operacionais da empresa serão reduzidos
significativamente. Além disso, as empresas concorrentes que já
adotaram o trabalho remoto têm reportado aumento na satisfação
dos funcionários, o que também deve ocorrer conosco. Assim,
podemos concluir que o trabalho remoto será benéfico para a
empresa em todos os aspectos.”
Outro gestor, porém, intervém e critica o argumento, da
seguinte forma:
Gestor 2: “Acho que essa conclusão é exagerada e que o
foco dessa análise deve ser mais detalhado. Sugiro que
consideremos fatores adicionais, como o impacto na
produtividade e a necessidade de adaptações tecnológicas, para
que a decisão seja baseada em uma argumentação mais sólida.”
Em seguida, um terceiro gestor, em tom conciliador,
apresenta a seguinte ponderação:
Gestor 3: “Apesar de reconhecermos os benefícios
relatados por outras empresas, precisamos considerar o contexto
específico da nossa organização, incluindo os desafios logísticos
e culturais. Além disso, mesmo que o trabalho remoto seja
adotado, nem todos os funcionários terão acesso às mesmas
condições de trabalho em casa, o que pode criar desigualdades
internas.”