Jogos cooperativos são vistos em oposição aos
competitivos. Os primeiros incluem a todos e promovem mais
oportunidades de participação. No entanto, as características
inerentes à cooperação em situações lúdicas podem também ser
aplicadas a jogos e esportes com finalidade de competição.
É possível imbuir a competitividade de traços
cooperativos do mesmo modo que a cooperatividade na ludicidade pode ganhar
contornos competitivos em prol de finalidades educativas. Tudo
depende de o/a professor/a de Educação Física se descolar da
retórica cooperativista e mobilizar uma atitude dialética para equilibrar a relação entre ambos os modos de ser e estar.
LOVISOLO, H.; BORGES, C.; MUNIZ, I. Competição e cooperação: na procura do equilíbrio. Revista
Brasileira de Ciências do Esporte, v. 35, n. 1, 2013.
De acordo com o enunciado, o que a Educação Física precisa
fazer para trabalhar com o jogo em perspectiva cooperativa?