Paciente de 75 anos, reside em casa de apoio, hipertensa e diabética, sem internações prévias. Há 10 dias, iniciou quadro de febre alta, coriza e prostração. Seu clínico fez diagnóstico de Influenza A, por meio de pesquisa de pcr em painel respiratório. A paciente permaneceu sob cuidados ambulatoriais com sintomáticos e teve melhora da febre após 4 dias.
No sétimo dia de doença retorna quadro de febre, agora associado à tosse produtiva e importante queda do estado geral. Foi novamente avaliada pelo clínico que nota taquipneia (25 irpm) e hipotensão postural. Saturação de 97% em ar ambiente e crepitações localizadas na base direita. O mesmo encaminha a paciente para internação com recomendação de oseltamivir e antibioticoterapia com amoxicilina/clavulanato e azitromicina. Após 72h de terapia, a paciente se mantem febril, com tosse e queixa-se de dor torácica localizada à D.
Ao exame físico mais taquipneica e SATO2 92% em ar ambiente, além de apresentar intensa prostração. RX de TX revela condensação na base direita, sem outras complicações. Laboratório revelou leucocitose com desvio, proteína C reativa e procalcitonina elevadas.
A conduta adequada, neste momento, deve ser