Não é raro que se atribuam aos fatos uma objetividade que, em verdade, reside mais na crença coletiva
do que na natureza intrínseca desses eventos. O que consideramos real é, frequentemente, o resultado
de narrativas reiteradas, sedimentadas no tecido social até se confundirem com a própria realidade.
Assim, distinguir entre fato e interpretação é um exercício tão sutil quanto necessário para quem busca
compreender criticamente o mundo.
Com base no texto, é correto afirmar que a principal ideia defendida pelo autor é: