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No Tratado do não-ente, Górgias diz que
(...)um e primeiro, que nada existe, segundo, que se existe, é inapreensível pelo homem, terceiro, que mesmo se for apreendido, é incomunicável e indescritível ao outro.
In: GÓRGIAS, Tratado do Não-Ente. Elogio de Helena. Cadernos de Tradução, nº 4. São Paulo: USP, 1999, 11.
Qual a conclusão a que chegamos, se pensarmos a verdade como uma relação entre pensamento e realidade, de acordo com Górgias?