Um paciente de 45 anos, previamente saudável, apresenta história de disfagia progressiva, inicialmente para
sólidos e, mais recentemente, para líquidos. Relata regurgitação frequente de alimentos não digeridos, perda
de peso de 7 kg nos últimos 6 meses e episódios noturnos de tosse. Exames laboratoriais não apresentam
alterações relevantes. A esofagografia baritada evidencia
um estreitamento em forma de “bico de pássaro” na junção esofagogástrica. A manometria esofágica confirma a
ausência de relaxamento do esfíncter inferior do esôfago
(EIE) e aperistalse do corpo esofágico. Após discussão
diagnóstica e exclusão de malignidade, qual é o tratamento cirúrgico mais indicado?