Tanto a literatura sobre educação física inclusiva quanto as normativas no MEC afirmam que a
inclusão de alunos com deficiências, transtornos de desenvolvimento, altas habilidades e superdotação
devem ser garantidas. Assim, pode-se afirmar que
A na educação física a deficiência física, sensorial e mental devem ser levadas em consideração pelo
docente; é preciso conhecê-las para que seja possível sua compreensão. Os alunos com
deficiência necessitam ser agrupados para que possam praticar atividades esportivas paralímpicas.
B a educação física enquanto componente curricular necessita garantir o desenvolvimento atlético
dos alunos com deficiência. Neste sentido atividades de cunho terapêutico devem ser amplamente
introduzidas nos planejamentos, pois tais exercícios asseguram a diversidade de movimentos e a
livre expressão dos alunos deficientes.
C a educação física enquanto componente curricular deve estar aberta à diversidade, pois a
diversidade está presente nas salas de aula em termos culturais, sociais, econômicos e, no caso
específico desta disciplina, também se manifesta uma variação imensa de possibilidades e
capacidades físico-corporais, que podem ser utilizadas em prol da inclusão, dependendo da
maneira como o professor trabalha esta diversidade.
D na educação física inclusiva a diversidade sociocultural e física deve ser garantida na educação
física inclusiva. Para tanto, os alunos com superdotação devem participar de atividades
diferenciadas das dos demais alunos, objetivando a maximizar a capacidade física deles.