Uma paciente obesa, grau II, de 64 anos de idade, procurou
a emergência com dor torácica havia cinco horas. A dor era de leve
intensidade, ao repouso, em pontadas, sem relação com a
respiração e sem outros sinais ou sintomas. Ela era portadora de
hipertensão arterial controlada havia dois anos. Ao exame físico,
encontrava-se afebril, eupneica, com frequência cardíaca de
72 bpm, frequência respiratória de 18 rpm, saturação de oxigênio
de 95% e pressão arterial de 118 mmHg x 76 mmHg. Não foram
detectadas alterações significativas ao exame físico. O valor do
D-dímero foi de 600 ng/ml. A radiografia de tórax foi normal.
Com base nesse caso clínico, julgue o próximo item.
O peptídeo natriurético cerebral seria impreciso no caso
dessa paciente, por ser o valor superestimado em obesos.