João, oficial da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, foi
convidado para exercer uma função temporária em um órgão da
Administração Pública indireta que explora atividade econômica
em sentido amplo.
Por considerar que poderia contribuir com sua experiência para a
realização do interesse público, João analisou a Constituição do
Estado de Minas Gerais com o objetivo de verificar a possibilidade,
ou não, de aceitar o convite, bem como as consequências que daí
adviriam para a sua carreira.
Ao fim de sua análise, João concluiu corretamente que