A maioria das parasitoses intestinais é bem tolerada
pelo hospedeiro imunocompetente, cursando de forma
assintomática ou com sintomas gastrointestinais
inespecíficos (dor abdominal, vómitos e diarreia),
frequentemente associados a perda de peso. Contudo,
há aspectos particulares de alguns parasitas que podem
orientar o diagnóstico etiológico e que devem ser
considerados.
Assinale a 2ª coluna de acordo com a 1ª:
(1)Giardia lamblia.
(2)Enterobius vermicularis.
(3)Ascaris lumbricoides.
(4)Trichuris trichiura.
( )Pode cursar com queixas inespecíficas de dor ou
desconforto abdominal e sintomas de malabsorção
quando a infecção é prolongada. Na fase de migração
larvar pode haver envolvimento pulmonar, sob a
forma de pneumonite transitória aguda com febre e
eosinofilia (Síndrome de Löffler), que pode ocorrer
semanas antes da sintomatologia gastrointestinal. A
obstrução intestinal alta é a complicação mais
frequente em parasitações volumosas. A migração
dos vermes adultos através da parede intestinal pode
provocar colecistite, colangite, pancreatite de causa
obstrutiva e peritonite.
( ) Possui um amplo espectro clínico incluindo ausência
de sintomas, diarreia aguda com ou sem vômitos e
diarreia crónica. A diarreia crônica associa-se
frequentemente a sintomas de malabsorção intestinal
(fezes fétidas, flatulência, distensão abdominal), anorexia, má progressão ponderal ou perda de peso e
anemia.
( )Os indivíduos afetados podem manter-se
assintomáticos, desenvolver um quadro disentérico
(dor abdominal, tenesmo, diarreia
mucosanguinolenta) ou colite crónica,
frequentemente com tenesmo e prolapso retal. Pode
manifestar-se por anemia
( ) Predomina o prurido anal noturno, por vezes com
agitação importante. São causa frequente de
vulvovaginite. A eventual relação causal com alguns
sintomas como bruxismo, enurese noturna e perda de
peso nunca foi confirmada.
A sequência CORRETA é: