Um determinado município convocou audiência pública para debater o plano de educação local, tendo como uma das diretrizes
a
superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de
discriminação. Uma pessoa presente à audiência, representando um grupo denominado “orgulho LGBTQIA+" propôs que se
fizesse constar do referido plano a obrigação de as escolas municipais coibirem as discriminações por gênero, por identidade de
gênero e por orientação
sexual, de sorte a se coibir o bullying é às discriminações em geral
de cunho machista (contra meninas
cisgêneras e transgêneras) e homotransfóbicas (contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis & transexuais) determinando-se,
assim, o respeito às identidades das crianças e adolescentes LGBTI nas escolas públicas municipais. Em vista disso e à luz dos princípios da Constituição Federal, tal proposta