Durante a epidemia da COVID-19, uma grande parcela da população tomou conhecimento da Síndrome de Guillain-Barré. Foram divulgados diversos estudos que buscaram a associação desta Síndrome com a Doença do COVID-19 e outros como uma reação pós-vacinal.
Independentemente dos resultados destes estudos, sabemos que a Síndrome de Guillain-Barré apresenta características clínicas e laboratoriais, descritas desde 1916 pelos neurologistas Georges Charles Guillain, Jean-Alexandre Barré e André Strohl.
As características clínicas e laboratoriais mais frequentes na forma clássica da Síndrome de Guillain-Barré são: