Para Menegolla (1992), o planejamento
está ligado à capacidade intrínseca do homem de
pensar, pois o próprio ato de pensar não deixa de
ser um verdadeiro ato de planejar. Para Padilha
(2001), planejar é sempre processo de reflexão,
de tomada de decisão sobre a ação. Se a
necessidade de planejamento é um imperativo da
vida humana, se o próprio ato de planejar é um
processo educativo, justifica-se plenamente a
prerrogativa de utilizar-se do planejamento no
âmbito educacional, o planejamento se impõe
neste setor como recurso de organização em
circunstâncias onde a educação é concebida
como fator de mudança, renovação e progresso
(TURRA et al., 1991). Vasconcellos (2008) atribui
ao planejamento a possibilidade de
(re)significação do trabalho docente, o resgate do
sentido da ação educativa, partindo de uma intencionalidade das ações a que se propõe.
(Adaptado de NUNES, Luciana de Oliveira, et al.
"Planejamento de ensino e Educação Física: uma revisão de
literatura em periódicos nacionais." Motrivivência 29.52 (2017):
280-294).
Sobre o planejamento na Educação Física
escolar é correto afirmar: