Um(a) funcionário(a) de uma agência pública,
responsável pelo atendimento ao público, se depara com
uma fila longa de cidadãos aguardando para serem
atendidos. A fim de agilizar o processo, ela decide
responder a todas as perguntas de forma rápida e
objetiva, sem dar muita atenção às necessidades
individuais de cada pessoa. Alguns cidadãos, frustrados
com a falta de empatia e clareza no atendimento,
reclamam de que suas dúvidas não foram totalmente
esclarecidas, enquanto outros elogiam a rapidez do
serviço.