Em relação a coleta do quesito
raça/cor/etnia no âmbito da pesquisa
acadêmica, da intervenção profissional, da
produção de documentos técnicos e na
elaboração de planos, programas e projetos
nas diferentes políticas públicas em que
profissionais do Serviço Social desenvolvem
suas funções, marque V para verdadeiro e F
para falso e depois a alternativa
correspondente:
() Utilização da categoria ‘raça’ é
assertiva, pois proporciona a identificação
das pessoas conforme seu grupo de origem e
desvela os processos de inclusão/ exclusão a
que elas estão submetidas por serem
brancas, negras, indígenas ou asiáticas.
() As manifestações cotidianas de
discriminação e preconceito étnico-racial se
constroem, no processo de sociabilidade, a
partir da elaboração de um conjunto de
atributos físicos, intelectuais, culturais e
religiosos, que hierarquizam e definem, a
priori, os lugares sociais ocupados por cada
grupo em particular.
() A coleta do quesito raça/cor/etnia é
essencial na elaboração de políticas públicas
em uma perspectiva antirracista, pois, para
além de um indicador, a coleta faz emergir as
nuances do silenciamento da desigualdade
étnico-racial e da vinculação direta entre
acumulação capitalista e racismo. O racismo,
enquanto uma construção sócio-histórica,
permite que a estrutura de dominação e
opressão erigida pelo modo de produção
capitalista permaneça intacta.
() A formulação de indicadores sobre raça/cor/etnia nas diversas áreas de produção
de conhecimento e na formulação das ações
profissionais, referenciadas nas dimensões
teórico-metodológicas, ético-políticas e
técnico-operativas, converge com os
princípios fundamentais presentes no Código
de Ética Profissional da/o Assistente Social,
aprovado em 1993.