Segundo documentos do Instituto Nacional de Educação para Surdos (INES), examinados por Rocha (2013) e Laguna (2015), há
dados históricos verdadeiros em:
A Professores do INES, nos anos 1950, em especial os de educação física, atuavam como intérpretes em eventos, intermediando
a comunicação entre surdos e ouvintes.
B Os primeiros tradutores e intérpretes profissionais de línguas de sinais do Brasil eram os “repetidores de classe” das instituições
religiosas, na década de 1980.
C Durante a Assembleia Nacional Constituinte, de 1987, Ana Regina de Souza Campello e João Carlos Carreira Alves, ambos
surdos, atuaram como intérpretes.
D Apenas a partir de 1990, registram-se ocorrências policiais envolvendo pessoa surda com presença de intérprete formalizando
mediação feita por professor do INES.
E Os “repetidores de classe” se norteavam pelo conhecimento teórico e as formas de se posicionar na presença do surdo,
permitindo que o aluno visualizasse o professor.