Enquanto uma perspectiva de avaliação no currículo cultural da Educação Física,
Escudeiro e Neira (2011) propõem uma prática que se caracteriza por professores e alunos como seres
que se autoproduzem na ação educacional. Isso significa superar a pecha de alunos como meros
espectadores, executores de tarefas, receptores de noções e conceitos esvaziados de sentido. Pode
ser elaborada a partir de diferentes interações, por meio das atividades de ensino, vivências,
pesquisas, construções coletivas que, embora recorrentes nos diferentes estudos, não ocorreram de
maneira linear. Trata-se de uma prática que está sempre aberta a outras interpretações e reescritas,
distanciando-se de qualquer possibilidade de encerramento. Os autores chamam essa prática
avaliativa de: