Ana, brasileira e moradora do Município Alfa, tomou
conhecimento de que uma indústria localizada no Município Beta
vinha despejando grande quantidade de resíduos sólidos no
principal rio da região. Embora tivesse vinte e cinco anos de
idade, sequer havia tirado o seu título de eleitor, permanecendo
alheia a todos os eventos de interesse da coletividade, o que
desejava mudar a partir de agora.
À luz desse quadro, Ana consultou um advogado a respeito da
existência de alguma ação constitucional, que ela própria
pudesse ajuizar, para obstar a continuidade dos despejos
realizados no principal rio da região e para que a indústria fosse
condenada à reparação dos danos causados.