Paciente de 24 anos, em tratamento de leucemia linfoide aguda, fez o segundo ciclo de quimioterapia há 7
dias. Deu entrada na unidade de emergência, trazido por
familiares, devido à febre há 24 horas e piora do quadro clínico. Na entrada, estava descorado, desidratado,
acianótico, taquipneico, febril, anictérico, consciente e
orientado. Frequência cardíaca de 112 batimentos por
minuto, frequência respiratória de 24 respirações por
minuto, pressão arterial de 90 por 60 mmHg, saturação
de oxigênio de 96%, temperatura de 38,2 ºC. Presença
de cateter venoso de longa duração em região de subclávia com edema e dor local à palpação na inserção.
Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas normofonéticas,
com sopro sistólico discreto em todos os focos. Aparelho
respiratório com murmúrio vesicular presente sem ruídos
adventícios. Abdome plano, flácido, doloroso à palpação profunda difusamente. Ruídos hidroaéreos presentes. Realizado hemograma na entrada, que evidenciou
hemoglobina de 7,8 mg/dl (valor de referência de 12 a
16), hematócrito de 23,4% (valor de referência de 35 a
45), leucócitos: 240, neutrófilos: 98 (valor de referência
de 4.500-11.000), plaquetas: 75.000 (valor de referência
de 150.000 a 450.000), proteína C reativa: 156 (normal
até 1).
A melhor opção terapêutica para esse paciente é a introdução de