Com o objetivo de expandir suas atividades de agricultura
familiar de plantação de maçã, Joaquim, proprietário de imóvel
em área rural, pretende fazer uso de fogo na vegetação em
determinada parte de sua propriedade, para fins de limpeza e
preparo do solo antes do plantio, entre uma safra e outra.
Apesar de ter sido alertado sobre os impactos ambientais
negativos da queimada pelo seu filho Gabriel, que estudou na
escola questões sobre mudanças climáticas e importância da
preservação da flora, Joaquim manteve seu intuito de se valer
dessa técnica, mas se comprometeu com seu filho a se capacitar
para, nos próximos anos, utilizar alternativas sustentáveis ao uso
do fogo na agricultura.
Tendo em vista que a região onde está localizado o imóvel de
Joaquim possui peculiaridades que justificam o emprego de fogo
em práticas agropastoris naquela época do ano, diante do que
dispõe o Código Florestal, Joaquim: