Mulher de 66 anos, sabidamente infectada pelo HIV há 25 anos,
em terapia antirretroviral estável, CD4 superior a 500 cél/mm3 e
carga viral indetectável nos últimos 8 anos, quando trocas dos
medicamentos foram eventualmente realizadas por toxicidade,
comodidade posológica ou para minimizar interações
medicamentosas com drogas prescritas para comorbidades. Antes
desse período, porém, a paciente tem história de má adesão,
falhas terapêuticas, infecções oportunistas e uso de várias classes
de antirretrovirais.
Quando seu médico assistente decidiu fazer cada mudança de
esquema antirretroviral dessa paciente, ele certamente