Um homem de 58 anos, tabagista e etilista crônico, apresenta disfagia progressiva, inicialmente, para sólidos e,
posteriormente, para líquidos, associada a perda ponde
ral de 9 kg nos últimos 3 meses. Após avaliação inicial,
foi realizada uma endoscopia digestiva alta que revelou
lesão ulcerada na junção esofagogástrica, com biópsia
positiva para adenocarcinoma. A tomografia computa
dorizada de tórax e abdome mostrou espessamento da
parede esofágica na região distal, sem evidência de linfo
nodomegalia ou metástases à distância. O paciente apresenta bom estado geral, sem comorbidades descompensadas.
Nesse caso, a conduta mais indicada para o manejo inicial é