“Buscamos operar com a ideia de inclusão como um processo dialético e infindável. Um conceito amplo, uma perspectiva que não privilegia somente uma parte da população; não se limita à simples inserção de pessoas rotuladas como diferentes num ambiente do qual têm sido historicamente excluídos, e também não se restringe a algumas pontuais áreas da vida humana.” (Santos, 2003; Santos et al., 2009).
“Definitivamente, é preciso pensar na perspectiva inclusiva no sentido de abranger a todas as pessoas, inclusive as pessoas com deficiência, mas não só.” (Fonseca e Ramos, 2017). As autoras questionam de que maneira um aluno cadeirante ou cardiopata pode participar da aula de Educação Física na escola
Nesse sentido, os(as) professores(as)
de Educação Física, para promover a inclusão
de forma ampla, devem