Pina Bausch, coreógrafa alemã que atuou no panorama da
dança mundial por mais de cinco décadas, foi uma autora/coreógrafa que fez do paradoxo um meio de criação dos movimentos. Como ela própria afirma a propósito da interpretação
de uma situação qualquer de uma de suas peças “pode sempre
ver-se também o contrário” ou, ainda, “o que acho que está
bem é uma pessoa poder ver de certa maneira e outra de
maneira completamente diferente”. Qual das obras a seguir
tem assinatura de Pina Bausch?