Uma instituição bancária optou por duas práticas de finanças sustentáveis:
(i) atividades de empréstimo e financiamento de quantias apropriadas em condições razoáveis (taxas de juros
e prazos), garantindo que seus clientes não comprometam grande parcela de sua renda com um financiamento
que, em determinado momento, possa não ser honrado
— nessa prática, a organização orienta o cliente a não
se expor a riscos financeiros desnecessários e inapropriados, considerando seus objetivos de curto e longo prazos;
(ii) concessão de financiamentos de pequenos empreendimentos para classes de baixa renda, que não têm
acesso às linhas tradicionais de crédito dos bancos, e/ou
bens materiais ou vínculos empregatícios, que sirvam de
garantia para pedidos de crédito — nessa prática, a verba
é concedida a um grupo de indivíduos e tem como principal objetivo a criação de atividades geradoras de renda,
e a garantia de pagamento do empréstimo é dada pelo
próprio grupo, fazendo com que cada um se autofiscalize
e ajude no desenvolvimento de suas atividades, aumentando, por consequência, a probabilidade de pagamento
da dívida.
Essas práticas são denominadas, respectivamente,