Pensando a Educação Física no cenário educacional
brasileiro, Bossle e colaboradores (2024) reconhecem algumas
teorizações críticas e progressistas da Educação Física. Entre
elas, estão a Crítico-Emancipatória, do Elenor Kunz, e a Educação
Física Escolar de Aulas Abertas à Experiência, do Reiner
Hildebrandt-Stramann e do Ralf Laging. Além disso, os autores
reconhecem enquanto uma teorização crítica e progressista da
Educação Física a: