Grando e Queiroz (2013) compreendem o Curussé como
“uma prática social na qual se garante, pela educação do corpo
que dança, se alimenta, se ornamenta e é pintado, reza e é
açoitado e amado, o reconhecimento de uma identidade étnica e
cultural Chiquitano”. O início do Curussé se dá quando: