O trabalho contínuo, sem pausas e repetitivo, tem levado os
trabalhadores a desenvolver problemas de saúde e os
ambientes de trabalho devem tomar medidas de prevenção
que permitam pausas para recuperação psicofisiológica dos
trabalhadores, ou alternâncias de atividades ou formas de
execução de tarefas. Considerando essas medidas de
prevenção, como devem ser enquadradas as pausas do
trabalho?
A As pausas, como medidas de prevenção, devem ser
computadas como tempo de trabalho efetivo; e para que
propiciem descanso e recuperação psicofisiológica dos
trabalhadores, ao serem introduzidas não podem ser
acompanhadas de aumento da cadência individual,
devendo ser usufruídas dentro dos postos de trabalho.
B As pausas, como medidas de prevenção, não computam
como tempo de trabalho efetivo; e para que propiciem
descanso e recuperação psicofisiológica dos trabalhadores, ao serem introduzidas não podem ser
acompanhadas de aumento da cadência individual; e
devem ser usufruídas fora dos postos de trabalho.
C As pausas, como medidas de prevenção, não computam
como tempo de trabalho efetivo; e para que propiciem
descanso e recuperação psicofisiológica dos
trabalhadores, ao serem introduzidas podem ser
acompanhadas de aumento da cadência individual, e
devem ser usufruídas fora dos postos de trabalho.
D As pausas, como medidas de prevenção, devem ser
computadas como tempo de trabalho efetivo; e para que
propiciem descanso e recuperação psicofisiológica dos
trabalhadores, ao serem introduzidas não podem ser
acompanhadas de aumento da cadência individual; e
devem ser usufruídas fora dos postos de trabalho.
E As pausas, como medidas de prevenção, devem ser
computadas como tempo de trabalho efetivo; e para que
propiciem descanso e recuperação psicofisiológica dos
trabalhadores, ao serem introduzidas podem ser
acompanhadas de aumento da cadência individual, e
devem ser usufruídas dentro dos postos de trabalho.