Após um processo revolucionário, o poder político no âmbito do
País Alfa foi assumido por certo grupo armado. Em razão do total
rompimento com a organização política então adotada, foi
elaborado um novo texto constitucional por esse grupo, com
ulterior submissão à população do País Alfa, que somente tinha a
opção de aprová-lo ou rejeitá-lo.
Esse texto, ademais, foi estruturado de modo a tão somente
chancelar os objetivos do grupo político, assegurando a sua
continuidade no poder, não se destinando propriamente à
disciplina normativa dos institutos constitucionais.
Com a aprovação do texto pela população, o líder do grupo
armado, após ressaltar o seu compromisso com os “valores da
revolução”, editou um ato estabelecendo a sua vigência e
tornando-o imperativo como Constituição do País Alfa.
Essa Constituição deve ser classificada como