“Dilatam-se os horizontes. O firmamento, sem o azul
carregado dos desertos, alteia-se, mais profundo, ante
o expandir revivescente da terra. E o sertão é um vale
fértil. É um pomar vastíssimo, sem dono.” (Euclides da
Cunha)
(José de Alencar, O sertanejo. São Paulo: Ática, 1995, p.15; Machado de Assis,
Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. 3, p. 765; Euclides da Cunha,
Os sertões. São Paulo: Ateliê, 2001, p. 135; João Guimarães Rosa, Grande
sertão: veredas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956, p. 8.)