A avaliação clínica do estado de nutrição proteica é baseada, principalmente, no histórico clínico, na antropometria simples e na medida das concentrações de diversas proteínas séricas. A respeito disso, NÃO se pode afirmar que:
A A deficiência de vitamina C causa a pelagra.
B Na má absorção de vitaminas, devem ser verificados os níveis das vitaminas A, D, E e K, bem como dos cátions importantes bivalentes e trivalentes (Ca2+, Zn2+, Mg2+, Fe3+) e fósforo e fosfatase alcalina. Quando ocorrer ressecção do íleo, as concentrações séricas de vitamina B12 devem ser medidas e devem-se considerar a falta dos sais biliares.
C A perda de peso resultante da síndrome do intestino curto indica a avaliação imediata dos níveis de vitaminas lipossolúveis, ácido fólico, vitamina B12, cálcio, magnésio, fósforo, zinco e ferro. Ao menos inicialmente, os níveis das vitaminas hidrossolúveis que podem ter impacto clínico, como a tiamina e o ácido ascórbico, devem ser verificados, mas o fornecimento de uma complementação vitamínica abrangente deve ser constante no tratamento dessas condições.
D Apesar de muitas preocupações, o nível sérico de albumina ainda é o exame tradicional e padrão para avaliação nutricional, em virtude de sua longa história e de seu emprego contínuo para separar as duas formas principais de desnutrição calóricoproteica. A hipoalbuminemia é um forte preditor de risco para morbidade e mortalidade, tanto em pacientes hospitalizados como ambulatoriais.