Os étimos gregos khorus (círculo) e graphe
(escrita, representação), fundamentam a
palavra coreografia. O elemento círculo é
uma referência às danças circulares e à
orquestra, local onde o coro teatral grego
dançava. Coreografar é desenhar/gravar o
espaço com o movimento corporal. Assim,
pode-se afirmar que coreografia
A é a arte da composição estética dos
movimentos corporais, com uma ideia ou
sentimento pré-estabelecido, passado ao
público, através de movimentos corporais
expressivos, ritualísticos, cênicos ou
espetaculares.
B é a arte de inventar movimentos com
características circulares para
representar sentimentos ou condições
cênicas, que leva ao público
interpretações duvidosas e variadas.
C é a arte de criar movimentos
espontâneos inspirados no acaso, com
contagem de tempos musicais rígidos de
uma história cênica, que leva ao público
entendimento subjetivo das ideias.
D é a arte de criar movimentos
vanguardistas com inspiração ocasional
e improvisada, com preocupação com a
relevância métrica e sem muito interesse
de levar ao público ideias prazerosas.
E é a arte de composição rígida
metricamente organizada com
movimentos estabelecidos a partir de
uma ideia pré-estabelecida passando ao
público pouca ou nenhuma emoção
cênica, através de movimentos
calistênicos.