Moura (2005) apresenta uma crítica à
construção social do futebol que reserva lugar de
destaque aos homens em relação às mulheres. Os
estudos do autor apontam que a família e a escola
são ambientes que colaboram para uma ideologia
sexista, e que o domínio social dos homens em
relação às mulheres no futebol na maior parte do
planeta pode acontecer, dentre outras coisas, quando
há: