Guilherme realizou supressão vegetal ilegal em Área de
Preservação Permanente no interior de sua propriedade rural no
ano de 2016. Em 2022, Guilherme vendeu o imóvel para Alberto.
Tendo em vista que, até a presente data, não houve a devida
recomposição da vegetação, Alberto recebeu notificação do
Ministério Público, dando-lhe ciência da instauração de inquérito
civil para apurar o dano ambiental e provocando-o a promover a
recomposição ambiental da área.
Inconformado por não ter sido o responsável pelo
desmatamento, Alberto procurou um especialista na matéria,
que esclareceu que, de acordo com o Código Florestal, Alberto