Uma criança de 10 anos de idade deu entrada em uma emergência pediátrica com queixa de tosse e coriza havia 24 horas, tendo evoluído com dificuldade para respirar nas últimas seis. Os familiares relataram que a criança tinha o diagnóstico de asma controlada, que não estava em uso de corticosteroide inalatório ou oral, e que nunca havia sido internada por agudização do quadro. No exame físico, foi observado que a criança se comunicava com frases curtas, estava dispneico e com retrações intercostais. A frequência respiratória era de 45 irpm, a frequência cardíaca de 145 bpm, a saturação de oxigênio estava em 85% e o pico de fluxo expiratório (PFE) de 25% do basal.
A respeito desse caso clínico, julgue o item subsequente.
Considera-se boa resposta após 1 hora do tratamento inicial a
variação da saturação de oxigênio para > 95% em ar
ambiente, a da PFE para > 50% do basal e a melhora da
dinâmica respiratória e cardiovascular.